quinta-feira, 18 de abril de 2013

Salgado... A balada e o mar

"As mulheres seriam maravilhosas se pudéssemos cair nos seus braços sem cair nas suas mãos." - Corto Maltese






"Sempre há um imbecil pronto a se sacrificar por uma mulher..."







Viver sem sonhar, é viver o quê ???


 "Cultura ou culturas", singular ou plural, pois se a sua cultura é singular, é precisamente porque ela é plural (...) ao passo que a maior parte das pessoas só possuem um certo tipo de cultura - cultura universitária, de massas, esotérica, da sua classe social - a sua cultura é a síntese de todas as essas culturas que normalmente se excluem. - É certo que abordei os tipos de cultura que referiu, e outros mais, como a cultura militar. Essa possibilidade de passar de uma cultura a outra parece-me mais frequente - e talvez mais fácil - nas pessoas que, como eu, são em parte autodidactas. O ideal parece-me consistir em ter professores que nos ensinem as bases, e depois fazermos nós próprios as pesquisas, em total independência relativamente às ideias dominantes nos meios oficiais. Na minha concepção, alguém que seja culto é necessariamente eclético: se apenas conhece o universo cultural a que pertence Kingsor ou aquele a que pertence King Kong, não é verdadeiramente culto."  - Hugo Pratt


A Língua da Sogra : Hoje a Sogra também lhe deu para isto...

"Dia: um período de vinte e quatro horas, geralmente  mal gastas." - Dicionário dDiabo. Ambrose  Bierce







Dia do Aniversário do Marido: Um dia sem palavras e com muita ternura :







A Sogra teve um dia e pêras ( e maçãs, e bananas, e...)  e apesar de gostar bastante da Fruta, acabou por adormecer (Tsc...tsc...Tsc...) porque teve um dia MUITO cansativo....




Instagramei "Bué"....

terça-feira, 16 de abril de 2013

Out of the Body

"E assim é o ser humano: tão vazio que se preenche com qualquer coisa, por mais insignificante que seja" - Blaise Pascal


Missed me ?

Claro que não !!!

Quem é que dá por falta duma pseudo-blogger de 5ª categoria que este ano nada mais fez senão escrever sobre tristezas ? Como é certo e sabido que tristezas não pagam dívidas e que de chatices anda o povo farto, a última coisa que se poderiam lembrar é que a D pouco ou nada tem escrito nos últimos meses, depois de quase um ano de prolíficos rabiscos sobre tudo, mas principalmente sobre nada.

Ontem,  fui às compras COMPRAS depois duma intervenção familiar que me pressionou, obrigou, coagiu, sei lá, a ir comprar o presente de aniversário do Marido, o Velhinho amigo, campainheiro, paciente ouvinte ( muito chato também, mas enfim) sem ser pela internet. O aniversário é já amanhã ( 58 aninhos ) e impunha-se o tradicional presente. Verdade seja dita, salvo o necessário para manter a casa e o estômago a funcionar, não me apetece nada andar por aí a comprar cenas,  a ver montras, a experimentar coisas. Farta de barulho e confusão estou eu, mas este gente cá de casa pensa o contrário e são muitos a sarnar-me o juízo  por isso fiz-lhes a vontade. 

Se há coisa que me irrita quando vou à Baixa, a um centro comercial ou a uma grande superfície é ser sistematicamente "assaltada" pelos/as promotores de produtos das lojas, corners ou ilhas (ou mesmo das associações de solidariedade) que são insistentes, maçadores e muitas vezes inconvenientes. Eu sei que neste mundo cão, a luta pela sobrevivência impõe alguma agressividade e que afinal eles estão só a fazer o seu trabalho, mas tem vezes que ultrapassa todos os limites do aceitável.

Ontem dei comigo a pensar que durante este mês em que estive encasulada, o Zombie Apocalipse passou-me ao lado. 

Os mesmos promotores que nos agarravam e quase mordiam, estão lá, em pé ou sentados junto às suas bancas, quietos, calados, apáticos, como personagens possuídas por um espírito demoníaco que entretanto foi de férias e deixou a casa vazia...

Dei comigo a procurar o bulício e a confusão, para encontrar alguma normalidade pela qual pautar a minha tarde ali. Não achei. 

Tive MEDO. Peguei nos sacos e fugi.


 PS. E agora que já nem posso esconjurar o Relvas pelos males do Mundo nem nada....( suspiro tão profundo quanto a fossa das Marianas)...